quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Desenvolvimento das Aves



No desenvolvimento das aves, vemos que no ovócito telolécito, uma grande quantidade de vitelo, ou seja, (gema) também encontramos uma muito restrita de citoplasma ativo que se localiza numa pequena zona denominada cicatrícula. Onde podemos vê-la acima do vitelo. O processo de clivagem é meroblástica a segmentação ocorre apenas na cicatrícula.


Com o prosseguimento dos processos de gastrulação e neurulação ocorrerá à formação do embrião a principio formou-se no blastoderme e que ao longo desse processo sofrerá modificações em sua estrutura discoidal ocorrendo então um alongamento que se tornará tubulosa. Consequentemente aparecem dobras por todo o embrião. Com isso o embrião sobe para cima do vitelo (gema).  Aparecem dobras para baixo em direção caudal e depois em direção cefálica, por fim dobras laterais. Estas movimentações que irá tornar o embrião tubular que confere a conformação vista no organismo adulto.




Este vídeo mostra o processo de desenvolvimento embrionário das aves> muito interessante!










Referencia:

Desenvolvimento das aves. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=1Ye-p1RWCrU. Acessado em 25 de Outubro de 2013.

terça-feira, 22 de outubro de 2013


Desenvolvimento do ouriço do mar




O ouriço do mar como o próprio nome já diz é um invertebrado marinho. Este animal pertence ao filo echinodermata, e seu sistema digestório é completo, celomado bem desenvolvido, só que não possui estruturas excretoras especializadas. Quando larva apresenta uma estrutura radial. Mas quando adulto é radial.

O ouriço do mar apresenta ovo oligolécito, com isso sua segmentação é holoblástica. Ocorrendo então nas três primeiras clivagens radias ocorrem de maneiras iguais. Mas depois devido à distribuição do vitelo encontrado no ovo então tornam se desigual e radial.  Com isso para haver a formação do embrião será necessário à formação 32 blastômeros.

Nos ouriços do mar a gástrula inicia-se quando a formação da blástula transforma–se perdendo sua estrutura globular e se tornando tetraédrico devido o achatamento do polo vegetativo.  




 Estagio de Gastrula                                                  Estagio Larval






Referências:
Desenvolvimento embrionário do ouriço do mar. Disponível em: http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/FolhetoReproducao.pdf. Acessado em 22 de Outubro de 2013. 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Clivagem meroblástica






Este tipo de clivagem é do tipo telolécita discoidal Este tipo de clivagem é encontrada em ovos de aves e répteis além dos ovos de elasmobrânquios, da maioria dos peixes ósseos e dos moluscos cefalópodes. O ovo destes animais é telolécito, rico em vitelo e com pequena quantidade de citoplasma ativo, este se encontra deslocado e restrito ao ápice do polo animal, o blastoderma ou blastodisco de 2 a 3 mm de diâmetro, a partir do qual se edificará o embrião sobre a massa vitelínica.


O vídeo mostra, com há ajuda de moldes o processo de clivagem meroblástica.



















Referência:

Clivagem meroblástica. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=9BUnnV9IEoQ  Acessado em 17 de outubro de 2013.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Desenvolvimento em mamíferos desde a fertilização até a implantação do blastocisto.






O desenvolvimento de fertilização por meio de implantação de blastocistos em mamíferos, só pôde ser feita devido pesquisas e isso promoveu uma maior capacidade pelo meio detalhados de enfoques, onde o fato dependerá da forma como o espermatozoide se encontra capacitado, pois são células morfologicamente diferenciadas, porem imaturas quando liberados em luz de túbulo seminífero. Com isso foi possível através técnicas de fertilização in vitro e com a utilização de gametas humanos o cultivamentos desses gametas. Fora de seu habitat promovendo então informações sobre a fertilização, a segmentação e a implantação do blastocisto de mamífero.












Referência:

Como um mamífero se desenvolve desde a fertilização até implantação do blastocisto. Disponível em: http://www.editoraufjf.com.br/revista/index.php/boletimcbr/article/viewFile/582/525. Acessado em 15 de Outubro de 2013.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Fecundação



O vídeo mostra o processo de fecundação ao qual demonstra passo a passo. A formação de um embrião dar-se pela fusão, ou seja, a penetração do espermatozoide haploide no ovócito também haploide, dando origem a um organismo unicelular diploide. Ocorrendo então a fusão dos núcleos dos mesmos dando origem a um zigoto que irá conter a metade dos genes, masculino e a outra metade dos genes, feminino, Porem a penetração do espermatozoide no ovócito é de extrema complexidade depende de enzimas e principalmente entre o acrossoma e córtex localizado no ovócito para que por fim, ocorra a fecundação.

















Fecundação. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=MWH_9mrC0m4.Acessado em 09 de Outubro de 2013.

Gametogênese



Gametogênese





O processo ao qual torna a formação de gametas tanto masculinos como feminino apresenta-se denominado como gametogênese, que se divide em espermatogênese, onde ocorre a formação de espermatozoides nos seres masculinos e ovocitogênese na formação de ovócitos formados pelos seres femininos. Entretanto durante este processo ocorrem divisões mitóticas das células germinativas. Ocorrendo então o surgimento de células com a metade do numero de cromossomos no caso dos seres humanos, por exemplo: (espermatozoide possuindo 23 cromossomos e o ovócito possuindo 23 cromossomos ao todo formando 46 cromossomos). Com isso, ao agrupamento entre esses dois gametas, acarretará o surgimento de um novo individuo. 












Fonte:

Gametogênese: Estagio fundamental do desenvolvimento para reprodução humano. Disponível em:http://revista.fmrp.usp.br/2007/vol40n4/revisao_gametogenese.pdf. Acessado em 09 de Outubro de 2013.

Imagem gametogênese. Disponível em: http://www.famema.br/ensino/embriologia/img/gametogenese/gametogenese2.jpg. Acessado em 09 de Outubro de 2013.

quinta-feira, 20 de junho de 2013





Metabolismo dos Ácidos Graxos




Ácidos graxos são ácidos que fazem apenas uma ligação com a molécula de carbono e estão localizados em uma cadeia normal (-COOH). São produzidos a partir da combinação de acetilcoenzima A, a estrutura destas moléculas contém números pares de átomos de carbono. Existem pares ímpares, porém, são de maior singularidade.
Em química orgânica, um composto insaturado (mais raramente, em insaturação) é um composto químico que contém ligações pi carbono-carbono tais como um alqueno ou um alquino e seus derivados. Em um composto saturado estas ligações pi são removidas pela adição de hidrogênio e não existem mais ligações múltiplas.

Metabolismo















Referencia:
Ácidos Graxos. Disponível em. https://dspace.ist.utl.pt/bitstream/2295/102595/1/bbm-13.pdf. Acessado em 20 de junho de 2013.

Metabolismo dos carboidratos



A digestão dos carboidratos tem início na boca. Amido e glicogênio hidratados sofrem a ação da enzima alfa-amilase, presente na saliva, e são reduzidos a estruturas menores.

No duodeno estes fragmentos são atacados, com maior eficiência, pela alfa-amilase presente no suco pancreático e são transformados no monossacarídeo glicose, no dissacarídeo maltose, no trissacarídeo malto triose e nas chamadas dextrinas alfa-limite.
A alfa-amilase é assim chamada, porque só quebra ligações glicosídicas do tipo alfa-1,4. A amilopectina (uma fração do amido) e o glicogênio são polissacarídeos ramificados, por isso contém, em sua estrutura, ligações glicosídicas alfa-1,6, além das ligações alfa-1,4.
As ligações alfa-1,4 de unidades de glicose que servem como pontos de ramificação, não sofrem a ação da alfa-amilase, gerando as dextrinas alfa-limite, contendo uma média de oito unidades de glicose e uma ou mais ligações glicosídicas alfa-1,6.
A hidrólise final de di- e oligossacarídeos a monossacarídeos é realizada por enzimas de superfície das células epiteliais do intestino delgado (lactase, maltase, alfa-1,6-glicosidase, sacarase) liberando monossacarídeos.
Di-, oligo- e polissacarídeos que não são hidrolisados pela alfa-amilase e/ou enzimas de superfície das células epiteliais do intestino não podem ser absorvidos e na porção inferior do intestino são metabolizados por bactérias.
O produto do metabolismo bacteriano são ácidos graxos de cadeia curta, lactato, hidrogênio, metano e dióxido de carbono.
Os monossacarídeos, glicose, galactose, frutose e outros que ocorrem em menor quantidade, são absorvidos por um processo mediado por transportadores específicos.
A entrada de glicose e galactose ocorre com a entrada concomitante de sódio, enquanto a entrada de frutose não é dependente da entrada de sódio.



A glicólise se caracteriza como uma via metabólica utilizada por todas as células do corpo, para extrair parte da energia contida na molécula da glicose, e gerar duas moléculas de lactato. Esse processo não envolve consumo de oxigênio molecular e por isso é chamado de fermentação anaeróbica.

Na via glicolítica, como também é chamada a glicólise, são gerados dois moles de ATP por mol de glicose, na ausência de oxigênio molecular. 
A glicólise se constitue na etapa inicial no processo da oxidação completa de carboidratos envolvendo oxigênio molecular. A presença de oxigênio nessa primeira etapa pode, de forma indireta, suprimir a glicólise. Esse fenômeno é chamado efeito Pasteur
Quando a célula contem mitocôndrias, a via glicolítica pode ocorrer mesmo na presença de oxigênio molecular, desde que o piruvato gerado não seja reduzido a lactato. O piruvato entra para a mitocôndria e aí é oxidado completamente a dióxido de carbono e água, gerando cerca de trinta e oito moles de ATP por mol de glicose oxidada.


A via glicolítica apresenta três etapas distintas:
Nesta  etapa a glicose é fosforizada sob a ação da enzima hexocinase e a glicose-6-fosfato (G6P), gerada no citosol, não pode sair da célula. 

Essa reação é irreversível. Quando o fígado necessita exportar glicose para outros tecidos, a G6P sofre a ação da enzima glicose-6-fosfatase, que catalisa a reação reversa daquela catalisada pela hexocinase. 
A G6P é transformada, em seguida, no seu isômero frutose-6-fostato (F6P), por ação da enzima fosfoglicose isomerase. 
Finalmente a F6P recebe mais um grupamento fosfato e é transformada no composto frutose-1,6-bisfosfato. Esta reação também é irreversível e é catalisada pela fosfofruto-cinase, uma enzima alostérica.

veja ao vídeo que apresenta um assunto complementar a esse exposto. Vídeo muito bom!!!




Referencia:
Metabolismo dos carboidratos. http://www.ufpe.br/dbioq/portalbq04/metabolismo_de_carboidratos.htm . Disponível em.Acessado em 20 de junho de 2013. 


quinta-feira, 13 de junho de 2013


Ciclo de Krebs




O ciclo de Krebs, também chamado de ciclo do ácido cítrico, ou ciclo do ácido tri carboxílico, é uma das fases da respiração celular descoberta pelo bioquímico Hans Adolf Krebs, no ano de 1938. Essa fase da respiração ocorre na matriz mitocondrial e é considerada uma rota anfíbola, catabólica e anabólica.
No ciclo de Krebs, o ácido pirúvico (C3H4O3) proveniente da glicólise sofre uma descarboxilação oxidativa pela ação da enzima piruvato desidrogenase, existente no interior das mitocôndrias dos seres eucariontes, e reage com a coenzima A (CoA). O resultado dessa reação é a produção de acetilcoenzima A (acetilCoA) e de uma molécula de gás carbônico (CO2). Em seguida, o acetilCoA reage com o oxaloacetato, ou ácido oxalacético, liberando a molécula de coenzima A, que não permanece no ciclo, formando ácido cítrico.
Depois de formar o ácido cítrico, haverá uma sequência de oito reações onde ocorrerá a liberação de duas moléculas de gás carbônico, elétrons e íons H+. Ao final das reações, o ácido oxalacético é restaurado e devolvido à matriz mitocondrial, onde estará pronto para se unir a outra molécula de acetilCoA e recomeçar o ciclo.
Os elétrons e íons H+ que foram liberados nas reações são apreendidos por moléculas de NAD, que se convertem em moléculas de NADH, e também pelo FAD (dinucleotídeo de flavina-adenina), outro aceptor de elétrons.
No ciclo de Krebs, a energia liberada em uma das etapas forma, a partir do GDP (difosfato de guanosina) e de um grupo fosfato inorgânico (Pi), uma molécula de GTP (trifosfato de guanosina) que difere do ATP apenas por conter a guanina como base nitrogenada ao invés da adenina. O GTP é o responsável por fornecer a energia necessária a alguns processos celulares, como a síntese de proteínas.
Podemos concluir que o ciclo de Krebs é uma reação catabólica porque promove a oxidação do acetilCoA, a duas moléculas de CO2, e conserva parte da energia livre dessa reação na forma de coenzimas reduzidas, que serão utilizadas na produção de ATP na fosforilação oxidativa, a última etapa da respiração celular.
O ciclo de Krebs também tem função anabólica, sendo por isso classificado como um ciclo anfibólico. Para que esse ciclo tenha, ao mesmo tempo, a função anabólica e catabólica, as concentrações dos compostos intermediários formados são mantidas e controladas através de um complexo sistema de reações auxiliares que chamamos de reações anapleróticas. Um exemplo de reação anaplerótica é a carboxilação de piruvato para se obtiver oxalacetato, catalisado pela enzima piruvato carboxilase.

Este vídeo apresenta todo o longo processo do ciclo de Krebs, é muito importante que o vejam!





Referencia:

Ciclo de Krebs. Disponível em: http://www.brasilescola.com/biologia/ciclo-krebs.htm. Acessado em 13  de junho de 2013.
Glicose e suas transformações

Nos seres vivos o combustível mais utilizado é a glicose, substância altamente energética cuja quebra no interior das células libera a energia armazenada nas ligações químicas e produz resíduos, entre eles gás carbônico e água.
A energia liberada é utilizada na execução de atividades metabólicas: síntese de diversas substâncias, eliminação de resíduos tóxicos produzidos pelas células, geração de atividade elétrica nas células nervosas, circulação do sangue etc.
O conjunto de reações químicas e de transformações de energia, incluindo a síntese (anabolismo) e a degradação de moléculas (catabolismo), constituí o metabolismo.
Toda vez que o metabolismo servir para a construção de novas moléculas que tenha uma finalidade biológica, falamos em anabolismo. Por exemplo: a realização de exercícios que conduzem a um aumento da massa muscular de uma pessoa envolve a síntese de proteínas nas células musculares.
Por outro lado, a decomposição de substâncias, que ocorre, por exemplo, no processo de respiração celular, com a liberação de energia para a realização das atividades celulares, constituí uma modalidade de metabolismo conhecida como catabolismo.




Referencia:

Glicose. Disponível em: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/bioquimica/bioquimica2.php. Acessado em 13 de junho de2013.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Proteínas 


Conceito: são compostos orgânicos de alto peso molecular, são formadas pelo encadeamento de aminoácidos. Representam cerca do 50 a 80% do peso seco da célula sendo, portanto, o composto orgânico mais abundante de matéria viva. 


   Observações: 
- Pode-se dizer que as proteínas são polímeros de aminoácidos o que em suas moléculas existem ligações peptídicas em número igual no número de aminoácidos presentes menos um.  



- Pode-se dizer, também, que os aminoácidos são monômeros dos peptídeos e das proteínas.  



Polímeros são macromoléculas formadas pela união de várias moléculas menores denominadas monômeros.  



Nota - Uma molécula proteica contém desde algumas dezenas até mais de 1.000 aminoácidos. 0 peso molecular vai de 10.000 a 2.800.000. A molécula de hemoglobina, por exemplo, é formada por 574 aminoácidos e tem peso molecular de 68.000. Justifica-se, assim, o fato de as moléculas proteicas estarem incluídas entre as macromoléculas.  

     Classificação: pode-se classificar as proteínas em três grupos:.  

- Proteínas simples - São também denominadas de homo proteínas e são constituídas, exclusivamente por aminoácidos. Em outras palavras, fornecem exclusivamente uma mistura de aminoácidos por hidrólise. Pode-se mencionar como exemplo: 

     As Albuminas  

- São as de menor peso molecular  
- São encontradas nos animais e vegetais.  
- São solúveis na água.  
Exemplos: albumina do plasma sanguíneo e da clara do ovo.  



     As Globulinas  
- Possuem um peso molecular um pouco mais elevado.  
- São encontradas nos animais e vegetais  
- São solúveis em água salgada.  
Exemplos: anticorpos e fibrinogênio.  



     As Escleroproteínas ou proteínas fibrosas 
- Possuem peso molecular muito elevado. 
- São exclusivas dos animais.  
- São insolúveis na maioria dos solventes orgânicos. 
Exemplos: colágeno, elastina e queratina.  



     Proteínas Conjugadas 
- São também denominadas heteroproteínas. As proteínas conjugadas são constituídas por aminoácidos mais outro componente não-proteico, chamado grupo prostético.

Referencia:

Proteínas. Disponível em: http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/citologia/bioquimica/proteinas.html. Acessado em 01 de junho de 2013.

quinta-feira, 23 de maio de 2013


As soluções tampão em sistemas biológicos

Uma solução tampão é uma solução aquosa  de  um ácido  e  da sua base conjugada que não sofre variações significativas de pH quando se    adicionam   pequenas    quantidades  ácidos  ou    bases.    São, portanto,  soluções  cujo  pH  ideal se encontra  no  centro  da  zona tampão do par conjugado  ácido/base.  Muitos  processos biológicos dependem  do  estado de  prótons de  ação  de  moléculas  como  as enzimas, sendo, portanto, fundamental o controlo rigoroso do pH do meio em que esses processos se desenrolam. Fluidos como o sangue e o citoplasma  têm  um  pH  definido, geralmente  em torno de 7, e que não muda significativamente  graças à   presença   de   diversas substâncias dissolvidas que atuam como tampão.
Dois dos tampões fisiológicos mais importantes , especialmente em fluidos como sangue, são o tampão  de carbonato e o  tampão onde fosfatos.  O  dióxido  de  carbono  (CO2), um   gás   em   condições normais  de  temperatura,  pode   dissolver-se em  soluções aquosas formando    ácido   o  carbônico,   H2CO3.  Estabelece-se   então  o equilíbrio.
CO2 (g) + H2O (1)  H2CO3 (aq)
A quantidade de íons hidrogênio e carbonato (HCO3-) em solução dependem em primeira instância da pressão parcial do CO2, pois esta determina o equilíbrio entre CO2 dissolvido e não dissolvido em solução. Assim, quanto mais dióxido de carbono for dissolvido, maior será a acidificação da solução aquosa em que este se dissolve.

O tampão de fosfatos, em situação fisiológica, refere-se especificamente ao equilíbrio.
H2PO4- \leftrightarrows HPO42- + H+
Sendo um tampão natural no citoplasma de todas as células, já que o grupo fosfato está presente em diversas moléculas biológicas.



este vídeo mostra experimentos químico-laboratoriais  envolvendo exemplos de soluções tampão, muito  bom!







Referencia:
Solução tampão. Disponível em: http://pt.wikibooks.org/wiki/Bioqu%C3%ADmica/pH,_pKa_e_solu%C3%A7%C3%B5es_tamp%C3%A3o. Acessado em 23 de Maio de 2013.
Solução tampão. Disponível em:http://www.youtube.com/watch?v=QGOeklR_CLI. Acessado em 23 de Maio de 2013.

terça-feira, 21 de maio de 2013


Aminoácidos

Os aminoácidos são moléculas orgânicas formadas por átomos de carbono (C), hidrogênio (H), oxigênio (O) e nitrogênio (N). Alguns podem conter enxofre em sua composição. Esses compostos se ligam, formando a molécula de aminoácido.

Todas as moléculas de aminoácidos contém um grupo carboxílico (COOH), um grupo amina (NH2) e uma molécula de hidrogênio (H), ligados a um átomo de carbono, chamado de carbono alfa. A esse mesmo carbono também é ligado um radical, genericamente chamado de R. Esse radical varia de acordo com o aminoácido, ou seja, cada um dos 20 aminoácidos existentes contém seu próprio radical, que pode variar de um simples átomo de hidrogênio (H), que é o caso da glicina, para grupos bem mais complexos. 






Referencia:
Aminoácido. Disponível em: http://www.infoescola.com/bioquimica/aminoacido/. Acessado em 21 de Maio de 2013.